Aproximadamente as 23:30 do dia 14 de abril de 1912, o Titanic navega pelas águas gélidas do atlântico norte em força total de seus motores sobre um enorme campo de gelo. Na asa da ponte, Murdoch e Moody observão um ponto distante de luz branca a bombordo que nunca foi identificado. Acredita-se que era o Californian.
A maior parte dos passageiros já estão em seus aposentos, a noite estáva bastante fria, mas ainda pode-se encontrar algumas pessoas perambulando pelos convéses de passeio.

O que ele vê é um enorme iceberg exatamente na reta do navio. O vigia grita ao telefone quando percebe que alguém atende:
- Têm alguém aí?
- Sim, o que você viu? - Responde Moody em tom sereno.
- Um iceberg em frente!

Durante dez segundos um tremor e um rangido ensurdecedor asusta alguns passageiros. Os rangidos são as placas de metais sendo retorcidas e tendo as cabeças de seus rebites arrancados fora pelo iceberg. Duas toneladas de gelo se desprendem do iceberg e alguns pedaços caem sobre o castelo de proa.
O oficial ordena o leme a bombordo. As comportas a prova d'agua são fechadas nos compartimentos inferiores.
O navio passa o iceberg. O cume da grande massa de gelo passa o convés de barcos em sua altura. Pessoas que viram relatam que era de uma cor azul escuro e não branco. Então a montanha de gelo vai ficando para trás.
Ao chegar a ponte de comando, o capitão quer saber o que está acontecendo. Ao ser informado do iceberg, solicita a parada total dos motores, o fechamento das comportas, que ja estão fechadas, e a verificação das avarias. O Titanic pára os motores e apenas flutua nas aguas gelidas do atlântico norte.
<<<VOLTAR
Nenhum comentário:
Postar um comentário